Institucional
BR

Por que investir na EDP?

Quem somos

A EDP Energias do Brasil é a holding de um grupo de empresas com portfólio diversificado e integrado que tem como atividades gerar, transmitir, distribuir e comercializar energia elétrica no mercado brasileiro.

As distribuidoras, EDP São Paulo e EDP Espírito Santo, atendem a 3,5 milhões de clientes com forte concentração nos segmentos residencial e industrial, localizados em 98 municípios dos estados de São Paulo e Espírito Santo, em uma área de concessão de aproximadamente 51 mil Km².

A Companhia tem como foco estratégico ser um operador integrado. Em geração, possui os seguintes empreendimentos em operação: Usina Hidrelétrica Lajeado (903 MW), Usina Hidrelétrica Peixe Angical (499 MW), Usina Hidrelétrica de Santo Antônio do Jari (393 MW), Usina Hidrelétrica Marcarenhas (198 MW),  Usina de Cachoeira Caldeirão (219 MW) e Usina Hidrelétrica São Manoel (700 MW), além da Usina Termelétrica Pecém I (720 MW). Estes ativos conferem à EDP Brasil a capacidade instalada de 2,9 GW.

Evolução da capacidade instalada | Pro-forma

Matriz de Geração de Energia | 2018

Clique aqui para visualizar a tabela que contém alguns dos principais indicadores financeiros e operacionais consolidados para os períodos indicados.

Vantagens Competitivas

Atuação Integrada nos Segmentos de Distribuição, Transmissão, Geração, Comercialização e Serviços

A operação integrada entre os negócios permite a captura das sinergias operacionais e financeiras, bem como a mitigação do risco energético e hidrológico. O negócio de comercialização de energia possibilita a retenção de clientes da distribuição que possam vir a ter interesse na migração para o mercado livre, deixando de compor a base de consumidores cativos das distribuidoras. A comercialização também facilita o gerenciamento de risco e a estratégia de sazonalização da Companhia. Por sua vez, geração, transmissão e distribuição apresentam grande complementaridade financeira. Isso possibilita financiamentos cruzados, com maior estabilidade de fluxo de caixa e potencial de crescimento.

Ativos com concessão e contratos de longo prazo atrelados à inflação

A EDP Energias do Brasil tem ativos regulados de longo prazo em distribuição, transmissão e geração de energia elétrica protegidos naturalmente contra a inflação, uma vez que os contratos de concessão preveem o reajuste anual das receitas. Assim, as variações de receitas que podem ocorrer derivam somente das próprias regras e riscos inerentes ao negócio.

Prestando serviços essenciais ao desenvolvimento econômico e social do país, ao todo, a EDP Energias do Brasil tem 14 ativos com vencimento entre 2025 e 2049: duas distribuidoras (Espírito Santo e São Paulo), seis usinas hidrelétricas (Mascarenhas, Lajeado, Peixe Angical, Santo Antonio do Jarí, Cachoeira Caldeirão e São Manoel), uma termelétrica, (Usina Termelétrica Pecém I) e cinco projetos de transmissão.

No caso da distribuição, as receitas são reajustadas anualmente a partir de índices de inflação descontada da produtividade de cada concessão e com revisões de tarifas a cada período de três anos (EDP Espírito Santo) ou quatro anos (EDP São Paulo), que têm em conta a evolução dos custos eficientes e a remuneração do capital.

O segmento de transmissão possui Receita Anual Permitida ajustada anualmente pela inflação, além de não possuir riscos atrelados a volume.

A geração tem o direito à venda da energia correspondente à garantia física de suas usinas pelo período estabelecido pelo poder concedente em contratos de longo prazo, que estabelecem a correção anual dos preços pela variação da inflação.

(1) Primeiro período de concessão sujeito a renovação  (2) A capacidade não considera a participação da EDP 

Informações mais detalhadas sobre os prazos de concessões dos ativos da EDP Energias do Brasil pode ser encontrada na seção do site, área de atuação.

Experiência no Desenvolvimento e Operação de Projetos de Geração

A expertise do Grupo Controlador EDP Energias de Portugal e a própria experiência adquirida no Brasil no desenvolvimento e na operação de projetos de geração, tais como a Usina Hidrelétrica Lajeado (903 MW), Usina Hidrelétrica Peixe Angical (499 MW), Usina Hidrelétrica Santo Antonio do Jari (393 MW), Usina Hidrelétrica Cachoeira Calderião (219 MW), Usina Hidrelétrica de São Manoel (700 MW) e da Usina Termelétrica Pecém I, demostram a capacidade o grupo em ser um operador com execução superior comprovada de seus projetos, habilitando-o a aproveitar novas oportunidades em projetos de transmissão.

A capacidade para formar parcerias estratégicas com empresas relevantes no setor elétrico brasileiro fortaleceu a estratégia de crescimento da empresa no segmento de geração. Tal fato ficou evidenciado em projetos como o de Peixe Angical, em parceria com Furnas, nas UHEs Santo Antonio do Jari (393 MW) e Cachoeira Caldeirão (219 MW), em parceria com a China Three Gorges (CTG), e da UHE São Manoel (700 MW), em parceria com CTG e Furnas.

A estratégia de investimento em geração de energia buscou sempre a participação em projetos por meio do controle acionário e da gestão do projeto ou, em alguns casos, através de controle compartilhado em empreendimentos com contratos de venda de energia.

Em 2014, decidimos concentrar o nosso foco estratégico nos segmentos de Geração nos quais a Companhia detém competências distintivas. Definimos que a EDP se posicionaria como um Operador Hidrotérmico de referência, e decidimos consequentemente alienar a participação minoritária que detínhamos na EDP Renováveis Brasil, concluída em dezembro de 2015.

Adicionalmente, efetuamos o anúncio da compra dos 50% adicionais da UTE Pecém I, concluída em maio de 2015, que foi um movimento concatenado com a alienação da participação na EDP Renováveis Brasil, concluída no mesmo ano. Esta se tratou de uma decisão estratégica para ampliarmos a nossa presença na energia térmica, fonte essencial para a segurança energética do País.

Em 2015, reavaliamos o nosso portfólio afim de manter sinergia dos ativos de Geração. Os ativos de Geração Hídrica estão concentrados em 5 estados (Amapá, Pará, Mato Grosso, Tocantins e Espirito Santo), exceto as PCHs, Pantanal e Costa Rica, que estão localizadas no estado do Mato Grosso do Sul. Com essa visão em mente, decidimos alienar a nossa participação nas Pequenas Centrais Hidrelétricas e focar em ativos de médio porte (entre 100 MW e 1.000 MW). Este processo de reciclagem de capital foi finalizado em dezembro de 2018, com mais de R$ 2,0 bilhões de criação de valor.

Em 2016, entramos em dois novos segmentos de negócio. Por um lado, demos o nosso primeiro passo no segmento de transmissão, conquistando um pequeno projeto de 113 km de extensão no estado do Espírito Santo. Entendemos este passo, como a abertura de uma porta para uma nova área de negócio.

Foi também o ano em que nos lançamos no negócio da geração distribuída com solar fotovoltaico. 

O ano de 2017 marcou o início de um novo ciclo de crescimento das nossas operações, reforçando o investimento em todos os segmentos da cadeia de valor e estendendo a nossa presença geográfica por todo o território nacional. Foi neste ano que nos afirmamos como um investidor significativo no negócio da Transmissão, tendo sido o maior vencedor do Leilão 05/2016. Juntamente com a linha que já tínhamos contratado em 2016 assumimos o compromisso de investir R$ 3,1 bilhões nos próximos anos, em quase 1.300 Km de linhas de transmissão no Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo, Minas Gerais, Espírito Santo e Maranhão, e garantindo retornos atrativos aos nossos acionistas. Em dezembro de 2018, seguindo o exemplo de execução consistente já visto nos projetos de geração, a linha de transmissão do Espírito Santo entrou em operação com 20 meses de antecipação.

No segmento da Distribuição, crescemos nossa presença com a aquisição de 23,6% de participação na CELESC, em Santa Catarina, se tornando o acionista com maior participação no capital da mesma. Este movimento que permitiu à EDP a expansão para uma nova geografia com ambiente de negócios favorável e crescimento de mercado, além de novas oportunidades de investimento através da presença no estado.

Eficiência Operacional e Histórico Consistente de Redução de Custos

Nosso controle de custos gerenciáveis tem mantido relativa estabilidade ao longo dos últimos anos, quando comparados com a evolução da margem bruta. Isso mostra nosso empenho e capacidade de otimização dos recursos, nossa busca pela simplificação das estruturas societárias, eficiência dos processos e racionalização da estrutura de cargos e níveis hierárquicos.

Orçamento Base Zero (OBZ)

Lançado em agosto de 2015, o programa transversal de Orçamento Base Zero (OBZ) abrange todas as despesas PMSO do grupo EDP Brasil e tem contribuído para a cultura de produtividade contínua, alto nível de eficiência e resultados superiores, onde os ganhos são reinvestidos em iniciativas de crescimento de geração de receita.

A metodologia OBZ é aplicada tanto na elaboração do planejamento orçamentário quanto no controle e acompanhamento através do sistema Business Planning and Consolidation (BPC) para 11 Categorias de despesa, as quais estão subdivididas em mais de 50 Subcategorias. O programa contou com o envolvimento direto de 49 colaboradores, sendo eles Vice-Presidentes, Diretores, Gerentes, Especialistas e diversos outros facilitadores, que foram organizados em papéis e responsabilidades distintas no modelo de Governança do OBZ no grupo EDP Brasil.

Desde a sua aplicação, o OBZ representa ganhos de mais de R$ 266 milhões.

Sólida Estrutura de Capital, Histórico de Pagamento de Dividendos e Forte Capacidade Creditícia

Além de sólida estrutura de capital, a EDP Energias do Brasil tem baixos índices de endividamento e crescimento na geração de caixa, que reflete a constante evolução da receita operacional, EBITDA e dividendos pagos. 

O saldo da dívida líquida (empréstimos e debêntures de curto e longo prazo menos caixa e equivalentes de caixa) em 31 de dezembro de 2018 era de R$ 4,4 bilhões (desconsiderando a dívida das UHEs Santo Antônio do Jari, Cachoeira Caldeirão e São Manoel), ou seja, 1,6 vezes o EBITDA registrado nos últimos quatro trimestres.

Considerando a proporção da participação da EDP Energias do Brasil de 50% nas UHEs Santo Antônio do Jari e Cachoeira Caldeirão, e de 33,3% na UHE São Manoel, a relação dívida líquida/EBITDA seria de 1,9 vezes. 

A percepção de qualidade de crédito do ponto de vista de agências de rating, mercado de capitais e mercado de dívidas bancárias tem sido consistentemente sólida. 

A sólida estrutura de capital e a capacidade creditícia são diferenciais do grupo, pois permitem a implementação da estratégia de crescimento com risco reduzido, principalmente no segmento de geração.

Veja mais informações aqui

Grupo Controlador com Vasta Experiência no Setor Elétrico e Administração Experiente

Somos controlados pelo Grupo EDP, um sólido grupo global com vasta experiência nas áreas de geração, distribuição e comercialização de energia que se trata do quarto maior grupo ibérico no setor de energia e um dos maiores grupos privados portugueses (em valor de mercado).

O Grupo EDP agrega-nos valor e credibilidade, com um histórico de comprometimento de longo prazo com o Brasil, onde está presente há mais de 20 anos. Além disso, diferencia-se por ter uma posição mundial de destaque na energia eólica e pelas políticas sociais e ambientais internacionalmente reconhecidas (o Grupo EDP integra o Índice Dow Jones de Sustentabilidade).

Adicionalmente, possuímos uma administração com significativa experiência no setor elétrico, altamente focada na gestão eficiente de nossos ativos, criação de valor para nossos acionistas e guiada pelos mais altos padrões de governança corporativa.

 

Última atualização em

Cotações

edp Brasil

R$

Real

ENBR3

Cotação
52 semanas
  • R$ … MIN.
  • R$ … MAX.

IBOVESPA

IBOV

Índice
52 semanas
  • MIN.
  • MAX.

IEE

IEE

Índice
52 semanas
  • MIN.
  • MAX.